Fabricado no Brasil, novidade traz melhorias, como válvula de expansão eletrônica, controladores da Johnson Controls e reforços estruturais para aumentar a robustez

A Johnson Controls – Hitachi uniu a confiabilidade da linha Samurai e a eletrônica embarcada da Johnson Controls para aplicar melhorias no chiller parafuso com condensação a ar New Samurai. Fabricado no Brasil e indicado para aplicação de climatização de conforto em escritório, varejo, hotel, hospital, escola e universidade, e em climatização de processo em fábricas e data center, o chiller New Samurai é projetado para atender as condições de teste e funcionamento da AHRI 550/590 standard.

Com capacidades de 50 a 280 TR, o novo chiller parafuso de condensação a ar da Johnson Controls – Hitachi traz outras melhorias, como válvula de expansão eletrônica e reforços estruturais para aumentar a robustez. “O desenvolvimento do New Samurai foi uma conciliação na busca por adequação do produto às novas normas introduzidas neste mercado de equipamentos. Aproveitamos e incluímos controles de última geração da Johnson Controls”, explica Gerson Robaina, gerente de marketing e planejamento estratégico.

A válvula de expansão eletrônica com controle de superaquecimento, o PID integrado e a elevada taxa de transferência de calor aumentam a performance do New Samurai. O lançamento da Johnson Controls – Hitachi tem chassi com reforços estruturais e modelo de hélice dos ventiladores mais resistente e silencioso. O novo chiller vem com controladores com protocolos de comunicação Modbus-RTU e BACnet-MSTP nativos. Apresenta controle com IHM de 7″ touch screen e layout colorido.

Testado 100% em fábrica e adequado às normas NR 10 e NR 13, o New Samurai vem com carga completa de fluido refrigerante R-407C e carga de óleo. O novo chiller da Johnson Controls – Hitachi tem ainda opcionais para ambientes agressivos.

 

 

Fonte: Revista do Frio

Recuperador de calor Sharc “Equipamento é o sistema de produção de água quente para uso doméstico mais verde do mundo”, diz Lynn Mueller, CEO da Sharc Energy Systems | Foto: Divulgação

 

A Sharc Energy Systems, fabricante canadense de bombas de calor, selecionou o fluido refrigerante Opteon XP10 (R-513A) para sua próxima geração de equipamentos dotados de um trocador de calor de expansão direta que extrai energia térmica de águas residuais.

Comercializado pela Chemours, o R-513A é uma mistura atóxica e não inflamável (A1) de R-134a e R-1234yf com um potencial de aquecimento global (GWP, na sigla em inglês) de cerca de 630, segundo o Quarto Relatório de Avaliação (AR4) do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

Essa substância à base de hidrofluorolefina (HFO) foi desenvolvida para substituir o hidrofluorcarbono (HFC) R-134a em sistemas de deslocamento positivo, expansão direta, sistemas de velocidade fixa comerciais e industriais de temperatura média, chillers e bombas de calor, proporcionando melhor eficiência energética e capacidade de refrigeração semelhante.

“Esse equipamento é o sistema de produção de água quente para uso doméstico mais verde do mundo”, diz Lynn Mueller, CEO da Sharc Energy Systems, ressaltando que a inovação foi lançada no Reino Unido e na Europa no ano passado.

 

Fonte: Blog do Frio

Autarquia diz que setor de refrigeração é essencial para o enfrentamento da pandemia de covid-19 | Foto: Shutterstock

 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reconheceu que os serviços prestados pela indústria de refrigeração e ar condicionado são imprescindíveis para o enfrentamento da emergência de saúde pública causada pelo novo agente do coronavírus (Sars-CoV-2).

Segundo uma nota técnica da autarquia, as atividades do setor atendem aos pressupostos da legislação federal estabelecida para combater a epidemia de covid-19 no Brasil.

Em decorrência da rápida proliferação do Sars-CoV-2, governadores e prefeitos têm restringido o funcionamento de empreendimentos classificados por políticos e burocratas como não essenciais.

As medidas restritivas adotadas, como o fechamento do comércio País afora, visam evitar aglomerações de pessoas e reduzir a velocidade de propagação da doença infecciosa identificada pela primeira vez em Wuhan, na China, em dezembro passado.

“Estamos sofrendo pressão por parte de algumas unidades federativas e municípios”, relatou o Conselho Nacional de Climatização e Refrigeração (CNCR) ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ao solicitar o reconhecimento e o apoio das autoridades para o setor continuar em pleno funcionamento durante a crise.

“É fato que a indústria de ar condicionado e refrigeração é atividade essencial para o funcionamento de hospitais, indústrias farmacêuticas e alimentícias, supermercados, necrotérios e afins”, argumentou o comitê, que reúne fabricantes, importadores, distribuidores, lojas, mantenedores, projetistas e empreiteiros.

No contexto da covid-19, os serviços públicos e atividades essenciais são “aqueles indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade ou que sua interrupção possa colocar em perigo a vida, a saúde ou a segurança da população”, confirmou a Anvisa.

“De toda forma”, ressaltou o parecer técnico do órgão, “caso os representantes do segmento entendam ser necessário tornar mais explícita essa essencialidade, esclarece-se que esta é uma competência do presidente da República, conforme disposições da Lei 13.979”.

Assinaram o ofício enviado pelo CNCR ao Ministério da Saúde a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), Associação Nacional dos Profissionais de Refrigeração e Ar Condicionado (Anprac), Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav), Sistema Sincopeças Assopeças Assomotos – Ceará (Rede Sindicar), Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e Material Elétrico de Florianópolis (SIMMMEF) e Sociedade Brasileira de Controle de Contaminação (SBCC), além dos Sindicatos das Indústrias de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar nos Estados da Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Juntas, essas entidades representam um mercado que movimenta em torno de R$ 37 bilhões por ano e emprega, direta e indiretamente, mais de 250 mil pessoas.

 

 

Fonte: Blog do Frio

Uso da terminologia adequada é fundamental para evitar equívocos, principalmente em tempos de crise | Foto: Pixabay

 

 

Em meio à pandemia da covid-19, hospitais e outras instalações de assistência à saúde têm enfrentando grave escassez de respiradores e ventiladores, dois equipamentos médicos indispensáveis para o combate à infecção respiratória causada pelo novo agente do coronavírus (Sars-CoV-2).

De maneira geral, muitas pessoas, principalmente repórteres, têm usado esses dois termos como se fossem sinônimos. Entretanto, o uso da terminologia adequada é fundamental, principalmente em tempos de crise, para evitar equívocos.

Afinal, qual é a diferença entre respiradores e ventiladores? Genericamente, podemos dizer que ambos são instrumentos cruciais para salvar vidas.

Especificamente, porém, o respirador é um dispositivo semelhante a uma máscara, geralmente de gaze, usado sobre a boca e o nariz, a fim de impedir a inalação de contaminantes.

 

Médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde usam respiradores para filtrar as partículas virais à medida que respiram, para que não sejam infectados com a covid-19, enquanto ajudam pacientes e orientam outras pessoas.

Aos profissionais de saúde são recomendados, particularmente, os chamados respiradores N95. Esse tipo de respirador se encaixa mais firmemente ao redor do nariz e da boca do que as máscaras médicas ou cirúrgicas comuns.

Outro tipo de respirador é conhecido como PAPR, sigla em inglês para “máscara de purificação de ar”. Elas cobrem toda a cabeça e possuem um ventilador com filtro de ar acoplado.

Enfim, os respiradores são um equipamento de proteção individual (EPI) – outros tipos comuns de equipamentos de segurança utilizados pelos profissionais de saúde são óculos, luvas e jalecos.

Já o ventilador é uma máquina que ajuda o paciente a respirar. Essa máquina bombeia oxigênio para os pulmões e remove o gás carbônico através de um tubo. A inserção desse tubo na traqueia é um procedimento conhecido como intubação.

Como sabemos, a covid-19 é uma doença respiratória que pode causar inflamação pulmonar (pneumonia), o que dificulta a respiração dos pacientes em estado mais grave. É por isso que os ventiladores são necessários para ajudar a tratar alguns pacientes com a infecção.

Eventualmente, os ventiladores são chamados de respiradores porque são máquinas que produzem respiração artificial, como os ventiladores pulmonares mecânicos. Isso pode parecer confuso, mas é vital observar as distinções técnicas durante emergências. Do contrário, as polêmicas em torno da questão podem amplificar ainda mais os impactos da pandemia.

Assim, para evitar confusão, use a palavra “ventilador” para se referir à máquina que ajuda os pacientes a respirar, e “respirador” para a máscara protetora que os profissionais de saúde usam.

 

 

Fonte: Blog do Frio

Substituto do R-22 e R-404A aumenta performance e diminui emissões de CO₂ de sistemas de refrigeração comercial | Foto: Nando Costa/Pauta Fotográfica

 

Com a ratificação do Protocolo de Montreal em 1987, os clorofluorocarbonos (CFCs) e hidroclorofluorocarbono (HCFCs), como o R-11 e o R-22, foram ou serão erradicados nos próximos anos, em função de seu alto potencial de destruição da camada de ozônio (ODP, na sigla em inglês).

Principal consumidora desses compostos, a indústria de aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração (HVAC-R) passou a utilizar hidrofluorcarbonos (HFCs) como substitutos.

Devido ao seu zero ODP, os refrigerantes dessa família, tais como o R-134a, o R-404A e o R-410A, passaram a ser amplamente utilizados desde os anos 1990 em aplicações de refrigeração, ar condicionado e bombas de calor.

No entanto, muitos HFCs têm um potencial de aquecimento global (GWP) relativamente alto. O GWP é a medida do potencial de uma substância química em contribuir para o efeito estufa. O GWP é medido sempre em relação ao dióxido de carbono. Por definição, o dióxido de carbono possui um GWP de 1. Em geral, os HFCs atualmente em uso têm um GWP milhares de vezes maiores que o do dióxido de carbono.

Em função de leis ambientais mais rígidas e de metas corporativas voluntárias de sustentabilidade, o setor vem adotando alternativas com menor GWP.

 

Entre os refrigerantes alternativos com GWP mais baixo disponíveis no mercado estão os hidrocarbonetos (HCs), como o propano (R-290) e o isobutano (R-600a), bem como o dióxido de carbono (R-744) e a amônia (R-717).

Com exceção do dióxido de carbono, todas essas alternativas existentes são inflamáveis (A3) ou tóxicas (B2), segundo a classificação de segurança estabelecida pela Associação Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado (Ashrae).

Além dessas alternativas, os fabricantes de fluidos frigoríficos têm desenvolvido outras substâncias de menor impacto climático, incluindo hidrofluorolefinas (HFOs). Normalmente, esses refrigerantes de última geração e suas misturas não são inflamáveis (A1) ou possuem leve inflamabilidade (A2L).

Em um esforço para determinar os impactos desses novos refrigerantes alternativos com menor GWP, especialistas têm investigado o desempenho deles nos sistemas e componentes de refrigeração e ar condicionado. Idealmente, refrigerantes de baixo impacto ambiental, além de menor GWP, devem fornecer o mesmo ou melhor desempenho energético que seus antecessores.

Uma das ações dessa natureza é o Programa de Avaliação de Refrigerantes Alternativos com Baixo GWP, liderado pelo Instituto de Ar Condicionado, Aquecimento e Refrigeração dos EUA (AHRI).

O programa consiste em uma bateria de ensaios composta por teste calorimétrico do compressor, teste de queda do sistema, teste de sistema com otimização leve e teste de transferência de calor.

Muitos fabricantes de equipamentos, laboratórios e instituições acadêmicas também vêm realizando ensaios com substâncias fornecidas pelos principais fabricantes de fluidos refrigerantes.

Os resultados dos testes mostram que, em geral, os novos refrigerantes alternativos (muitos dos quais são A2L) exibem eficiência e capacidade de refrigeração semelhantes ou até melhores em comparação aos HFCs usados atualmente.

Casos de sucesso

É importante salientar que o GWP não é e não deve ser o único parâmetro para avaliar o impacto ambiental de um refrigerante. Esse impacto deve ser avaliado considerando tanto a emissão direta de refrigerantes que vazam indevidamente dos sistemas frigoríficos por falhas ou falta de manutenção adequada, relacionada essa ao GWP, quanto a emissão indireta de carbono resultante do consumo de eletricidade por esses equipamentos ao longo de seu uso. Isso é chamado de impacto climático total durante a vida útil (LCCP). Quanto menor o LCCP, menor o impacto ambiental total.

Resumidamente, um baixo valor de GWP é apenas uma indicação de baixo impacto resultante da emissão direta do refrigerante. Mas a eficiência do produto afeta diretamente o volume de emissões indiretas de gases de efeito estufa. De um modo geral, as emissões diretas representam apenas uma pequena fração do LCCP, sendo as emissões indiretas responsáveis pela maior parte do impacto geral.

Portanto, é muito importante que os refrigerantes com menor GWP tenham desempenho comparável ou superior aos HFCs atualmente em uso, caso do Opteon XP40 (R-449A), mistura não inflamável (A1) à base de HFO desenvolvida pela Chemours para substituir o R-22 e o R-404A em equipamentos de refrigeração comercial novos ou existentes.

Além do GWP 67% menor que o do R-404A, a solução tecnológica proposta pela indústria química norte-americana possibilita reduzir em até 12% do consumo de energia em sistemas de refrigeração.

Segundo a Chemours, o retorno sobre o investimento na troca do fluido refrigerante realizada em milhares de estabelecimentos se deu apenas em alguns meses e o procedimento pôde ser feito em apenas uma noite, sem a necessidade de paralisação das lojas que investiram na atualização tecnológica de suas instalações frigoríficas.

 

“O Opteon XP40, que pode ser aplicado em refrigeradores e câmaras comerciais, já foi adotado por centenas de supermercados e armazéns frigoríficos Brasil afora”, destaca o gerente marketing e desenvolvimento de negócios para a América Latina, Arthur Ngai.

Para demonstrar a facilidade do procedimento, a Chemours fez, recententemente, um retrofit ao vivo para os alunos de uma escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) em Belo Horizonte (MG) numa câmara fria da instituição. O equipamento operava com fluido refrigerante R-404A.

No caso em questão, houve uma melhoria de 3,5% no coeficiente de performance (COP) do sistema. “A nova carga de Opteon XP40 foi reduzida em 4% em relação à antiga carga de R-404A para atender a mesma carga térmica, ou seja, a capacidade de refrigeração que o sistema oferecia antes do retrofit foi mantida”, explica Ngai.

“O compressor Danfoss (MTZ19JA1VE) e o óleo lubrificante sintético à base de poliol éster (POE) não foram trocados e a válvula de expansão termostática foi regulada para ajuste do superaquecimento”, diz.

“Isso mostra que é possível operar com os mesmos equipamentos de maneira mais eficiente e sustentável, realizando apenas a substituição do fluido refrigerante, procedimento realizado em algumas horas, fato que demonstra que sua adoção requer rotinas de manutenção muito similares às que já são praticadas em sistemas com R-404A”, acrescenta.

 

Outro caso de sucesso relevante envolvendo o Opteon XP40 ocorreu na maior rede de supermercados do Brasil. “Para comprovarmos na prática a melhoria de performance e a economia de energia, medimos, juntamente com os técnicos do supermercado, o consumo de energia do sistema por um mês antes e por um mês depois da troca do fluido e, na média, a economia de energia obtida foi cerca de 9%”, revela.

De acordo com Ngai, essa experiência foi replicada em outros supermercados que puderam comprovar melhoria de performance energética traduzida em redução da conta de energia, entre os quais Rede ABC, Center Box, Jaú Serve, St. Marche e Mondelez.

“O Brasil tem potencial para reduzir suas emissões em cerca de quatro milhões de toneladas de CO₂, caso as instalações que atualmente utilizam R-404A sejam convertidas para operar com o fluido Opteon XP40. Isso seria o mesmo que deixar de queimar de 1,8 bilhão de litros de combustível fóssil, ou ainda o equivalente ao que 24 milhões de árvores plantadas absorveriam de CO₂ em 100 anos”, calcula.

Mas o que parece ser ainda uma novidade no País já é um padrão em países desenvolvidos. “As tecnologias à base de HFO são as principais adotadas para substituição do R-404A e do R-507 no setor de refrigeração comercial tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, que já possui uma legislação mais restritiva aos HFCs”, lembra.

Oportunidades

Em suma, casos de sucesso como esses e testes realizados por fabricantes não deixam dúvida de que há muitas oportunidades para o uso de refrigerantes alternativos com menor GWP em equipamentos novos e existentes.

Novos equipamentos podem ser projetados para funcionar de forma otimizada com essas substâncias, o que já garante uma performance melhor do sistema desde o inicio da operação dos sistemas.

 

Os equipamentos existentes podem ser adaptados para operar com uma alternativa de menor impacto ambiental, desde que o novo fluido possua propriedades semelhantes às do refrigerante que está sendo substituído, minimizando modificações necessárias.

Em geral, tais substituições de refrigerante são ideais para reduzir o consumo de energia e o impacto ambiental de sistemas com grande carga, como as instalações centralizadas de refrigeração comercial.

Como os sistemas existentes que utilizam HFCs não são projetados especificamente para o uso de refrigerantes inflamáveis, a adaptação é limitada às alternativas A1. Isto é, a atualização com refrigerantes A2L ou A3 não é permitida, pois requerem configurações e dispositivos que garantam a segurança do sistema e são indicados somente para uso em novos equipamentos.

Por causa de problemas como alta pressão, compatibilidade de material, toxicidade ou inflamabilidade, fluidos como o R-717 e o R-744 também não são adequados para retrofits.

Por fim, a decisão de adquirir um sistema de refrigeração comercial compatível com um refrigerante mais sustentável ou modernizar uma instalação já existente não deve fazer com que seus gestores parem de monitorar e corrigir falhas como vazamentos ou outros problemas técnicos que impactam diretamente sua eficiência, aumentado a conta de luz e as emissões diretas e indiretas de gases de efeito estufa.

 

 

 

 

Fonte: Blog do Frio

Ao escolher um tubo de cobre, seja liso ou ranhurado, é preciso contar com um fabricante que tenha elevado know how e expertise em sua fabricação, diz especialista

 

 

Se lembrarmos dos primeiros aparelhos de ar-condicionado que foram fabricados, será impossível não se assustar com o tamanho que eles tinham e o espaço que ocupavam. Era preciso praticamente um guincho para colocá-los na parede. Com o passar do tempo, isso foi mudando, o produto evoluindo e o próprio consumidor passou a demandar um equipamento mais compacto.

Neste artigo, procuramos explicar como componentes ajudaram na redução do tamanho dos equipamentos, mais especificamente porque os tubos de cobre ranhurados passaram a ser preferenciais em vez dos tubos de Cobre lisos na fabricação destes aparelhos.

Pois bem, para atender essa demanda dos clientes, as empresas fabricantes  de equipamentos de ar-condicionado tiveram que investir em pesquisa e desenvolvimento para encontrar alternativas que ajudassem a superar o desafio de diminuir o tamanho desses aparelhos e, ao mesmo tempo, garantir que eles fossem eficientes.

E, em sistemas de refrigeração, entende-se eficiência como troca térmica. Para ficar mais fácil de compreender, é só pensar em como funciona um aparelho de ar-condicionado: ele pega o ar do ambiente e refrigera.

 

Uma das alternativas para isso, é levar em consideração o fato de que quanto maior a área de contato do fluido – que no caso é o gás de refrigeração – com o tubo que está dentro do condensador, maior será a troca térmica e menor será o consumo de energia elétrica.

Por isso, encontrar formas de diminuir o tamanho do equipamento, sem prejudicar a eficiência, é também um desafio para quem produz componentes importantes dos sistemas de refrigeração, como por exemplo, os tubos de cobre. Foi preciso buscar forma de garantir a mesma eficiência térmica usando uma extensão menor de tubos.  A saída encontrada foram os tubos de cobre ranhurados, que começaram a ser fabricados por aqui em 2000.

Se vistos de fora, os tubos de cobre ranhurados parecem idênticos aos tubos de cobre lisos, mas existem algumas diferenças técnicas em sua geometria que os tornam mais vantajosos para os sistemas de refrigeração.

A principal delas é o fato de a parte interna ser composta por diversas ranhuras, que quando esticadas aumentam a área interna do tubo. Ou seja, em um mesmo diâmetro de um tubo liso, por exemplo, é possível ter uma área superficial maior com tubo ranhurado. O que resolve o problema que mencionamos lá acima de aumentar a área de contato, sem precisar de uma extensão maior de tubos.

Pode-se dizer que os tubos de cobre ranhurados são o “estado da arte” no que diz respeito a tubos de Cobre.  O processo de fabricação é bastante complexo, especialmente para garantir a resistência e evitar que o tubo falhe ao serem empregados os processos dos fabricantes de ar-condicionado.

Isso poderia, inclusive, causar vazamento de gás, fato que inutilizaria o equipamento de ar condicionado.  Desta forma, ao escolher um tubo de cobre, seja liso ou ranhurado, é preciso contar com um fabricante que tenha elevado know how e expertise na fabricação desses produtos.


*Este artigo não reflete, necessariamente, a opinião da Revista do Frio, sendo de inteira responsabilidade de seu autor

Fonte: Revista do Frio

O novo ADAP-KOOL® Case Controls Solution da Danfoss para aplicação em varejo alimentar reduz o custo e eleva a facilidade de uso com o novo aplicativo para smartphone que simplifica o design, a instalação, o serviço e o uso. A solução inclui quatro novos produtos: plataforma de controlador de gabinetes refrigerados, válvula de expansão elétrica, transmissor de pressão e sensor de temperatura.

“Para muitos varejistas, reduzir custos é prioridade número um”, comenta Ejnar Luckmann, gerente de produtos para case controllers da Danfoss. “Ao mesmo tempo, precisam garantir um desempenho consistente da refrigeração o tempo todo, para que a segurança dos alimentos nunca seja comprometida. Atingir esses dois objetivos requer um sistema de refrigeração que possa se adaptar automaticamente às novas condições.”

A Danfoss oferece uma solução que torna mais fácil do que nunca economizar em refrigeração de varejo alimentar adaptável e confiável: a nova geração ADAP-KOOL® Case Controls Solution. A novidade proporciona economia de energia de 6% a 10% em comparação com a próxima melhor alternativa e inclui recursos que melhoram a experiência para fabricantes, instaladores e usuários finais, simplificando o design, a instalação e o serviço.

Quatro novos produtos, uma solução completa

O controlador AK-CC55 conta com algoritmos avançados da Danfoss para controlar gabinetes refrigerados e câmaras frigoríficas. O usuário pode, por meio de um visor Bluetooth, se comunicar com o controlador usando o novo aplicativo para smartphone AK-CC55 Connect.

Economia significativa de energia com algoritmos adaptativos de controle de superaquecimento e degelo adaptável.

Instalação e serviço simplificados com aplicativo para smartphone e terminais maiores. Adequado para qualquer tamanho de loja nas versões Compact, Single Coil e Multi Coil. A série de válvulas de expansão eletrônica AKVP combina as séries AKV e AKVH existentes em uma única solução, cobrindo HFCs e CO2. Assim, reduz a complexidade e oferece várias melhorias.

Melhor desempenho com maior capacidade

Proteção confiável do compressor com fechamento de válvula à prova de falhas em caso de corte de energia.

Distribuição otimizada de refrigerante e operação silenciosa com tecnologia de pulso suave. O sensor de temperatura AKS 11 segue a tradição da Danfoss em confiabilidade, robustez, precisão e tempos de resposta rápidos, mas com novos recursos que facilitam a vida do projetista e instalador.

Instalação e solução de problemas mais fáceis com cabos de sensores coloridos.

O transmissor de pressão DST P110 oferece alta precisão e tempos rápidos de resposta em uma solução de sensor projetada para resistir a vibrações extremas, mudanças de temperatura e interferências elétricas.

Controle de superaquecimento mais eficiente, com maior precisão em uma faixa de temperatura mais baixa.

Robusto e confiável com caixa de aço inoxidável classificada como IP67 resistente à corrosão.
Melhor experiência do usuário e economia significativa

Juntos, os quatro novos produtos criam uma solução completa de controle de processo ADAP-KOOL® que oferece benefícios significativos em todas as aplicações de varejo de alimentos. Os varejistas podem reduzir suas contas de energia, garantindo a segurança dos alimentos. O aplicativo para smartphone pode reduzir drasticamente os procedimentos de serviço e manutenção, economizando tempo e dinheiro.

“O aplicativo AK-CC55 Connect é tão fácil e intuitivo de usar que até mesmo os não especialistas podem usá-lo”, comenta Ejnar Luckmann. “Com o aplicativo, muitas vezes não é necessário desmontar o gabinete para verificar o sistema de refrigeração. Os usuários podem obter uma solução rápida e fácil pela primeira vez e, assim, reduzir o tempo de inatividade, a perda de alimentos e a perda de receita.”

Instaladores podem obter instalação de sistema e serviço mais rápidos e fáceis. Além do aplicativo para smartphone, a solução oferece vários benefícios práticos. “Por exemplo, os terminais maoires no AK-CC55 facilitam a conexão do cabo do transmissor de pressão de um controlador para o próximo”, explica Ejnar Luckmann. “Além disso, os novos cabos do sensor AKS 11 codificados por cores facilitam a instalação e a verificação do posicionamento correto do sensor.”

Os fabricantes podem projetar rapidamente uma solução de refrigeração para qualquer loja, independentemente do tamanho, refrigerante e requisitos de controle. A nova geração ADAP-KOOL® é totalmente compatível com os sistemas de refrigeração Danfoss existentes, tornando mais fáceis e menos dispendiosos o redesenho e a extensão do sistema.

Redação: Assessoria de Imprensa Danfoss
Edição e Coordenação: Marcelo Matusiak

ADAP-KOOL® Case Controls Solution da Danfoss inclui novos produtos

Fonte: ASBRAV

Fluido de baixo impacto climático possui o melhor poder de solvência de sua classe, destaca indústria química norte-americana | Foto: Nando Costa/Pauta Fotográfica

 

A Chemours começou a fornecer ao mercado brasileiro o solvente industrial Opteon SF80, substância alternativa ao hidroclorofluorcarbono (HCFC) R-141b para limpeza de sistemas de refrigeração e ar condicionado.

Além de não ser nocivo à camada de ozônio, o produto tem baixíssimo potencial de aquecimento global (GWP < 2,5) e possui o melhor poder de solvência de sua classe (fator KB = 99), destaca a indústria química norte-americana.

Segundo a Chemours, o agente de limpeza da sua linha de hidrofluorolefinas (HFOs) pode ser aplicado para remoção de óleos e graxas, limpeza de alta precisão, remoção de resíduos de solda, remoção de silicone, desengraxante a vapor e limpeza a frio, substituindo tanto o R-141b como outros solventes disponíveis no mercado para essas aplicações.

“O Opteon SF80 é fácil de usar e proporciona confiabilidade e segurança durante a manutenção de equipamentos, por não ser inflamável”, diz o gerente de produtos fluorados da filial brasileira, Renato Cesquini.

Atualmente, o mercado brasileiro está inundado de substitutos inflamáveis, ou até mesmo tóxicos, para o R-141b. Tais fluidos, segundo Cesquini, apresentam vários riscos aos usuário. “Caso não sejam manuseados de forma segura, eles podem, inclusive, ocasionar graves acidentes”, alerta.

“A secagem rápida devido ao ótimo ponto de ebulição (47 ºC), seu alto poder de solvatação de contaminantes como graxas e óleos e a boa compatibilidade com diversos tipos de materiais, como metais, plásticos e elastômeros, são outras vantagens proporcionadas pelo Opteon SF80”, acrescenta o gerente marketing e desenvolvimento de negócios para a América Latina, Arthur Ngai.

“A Chemours continua investindo em inovação e tecnologia, trazendo ao mercado soluções para melhoria da qualidade de vida das pessoas e da sociedade”, afirma o gestor, ao lembrar que a nova substância “chega ao Brasil no momento em que a disponibilidade de R-141b está sendo drasticamente reduzida, conforme estabelece o Protocolo de Montreal”.

 

Fonte: Blog do Frio

Buraco na camada de ozônio sobre a Antártida Estudo científico sugere que o buraco na camada de ozônio sobre a Antártida está encolhendo | Crédito: Nasa

A redução gradual do uso de substâncias químicas à base de cloro na indústria mundial, principalmente no setor de refrigeração e ar condicionado, está regenerando a camada de ozônio de uma forma nunca antes observada, revela um estudo publicado na revista científica Nature.

Em setembro passado, imagens de satélite mostraram que o pico anual do buraco na camada de ozônio havia encolhido para 16,4 milhões de quilômetros quadrados, a menor extensão desde 1982.

Apesar de o resultado do estudo merecer ser celebrado, é importante salientar que as emissões clorofluorocarbonos (CFCs) e hidroclorofluorocarbono (HCFCs), gases regulados pelo Protocolo de Montreal, continuam sendo um problema sério, principalmente na China.

Um relatório alarmante publicado há dois anos pela Agência de Investigação Ambiental (EIA), organização não governamental com sede no Reino Unido, mostrou que a produção e o uso do CFC-11 ainda são uma prática comum no país asiático.

 

Fonte: Blog do Frio